Momento nostalgia [parte 2]

Posted by Popcorn on agosto 31st, 2009

Não esqueça da minha Caloi!

Adoro pizza com guaraná…

O elefante é fã de Parmalat.

Soy loco por pipoca e guaraná…

Vocês estão aguentando? Eu não…

[Continua...]

Quem tem razão: A criação ou o atendimento?

Posted by Popcorn on agosto 5th, 2009

Sugestão do tema: Laura Torres

Falar sobre a rivalidade entre criação e atendimento é algo que sempre gera polêmica. De quem é a culpa? Do briefing que foi enviado incompleto pelo pessoal do atendimento ou da falta de atenção atribuida ao mesmo briefing – desta vez pelo pessoal da criação? Onde estará a raiz desse problema? Aliás, isso é na verdade um problema?

Como uma forma de desabafo, os criativos sempre encontram um meio para ‘dar o troco’ e responder às situações que os incomodam . Charges, webcomics, vídeos e até blogs sobre essa rivalidade circulam diariamente na web. Eis um exemplo:

Além desse vídeo, blogs como Piores Briefings do Mundo , webcomics como Deathsign Cafeinado e charges como as da série Vida em Agência, mostram que criatividade e ‘motivos comuns’ é o que não faltam para que o pessoal da criação desabafe.

O pessoal do atendimento – que não se manifesta muito na web, mas têm suas vozes ressonantes e unânimes nas agências – sempre alegam o mesmo problema: Estava tudo no briefing! Eles não leem os emails!

Claro que tudo isso é levado com muito bom humor e, no final, acaba divertindo a todos, mas talvez seja hora de pensar a respeito e questionar: Qual seria a solução? Criar um modelo de briefing acatando dicas do pessoal de criação e utilizar todas as informações disponíveis – detalhando público alvo, mote da campanha, perfil do cliente, etc.etc. – para que nada passe em branco? Talvez, mas, e quando se tratar de um trabalho simples e recorrente? O Ctrl+C e Ctrl+V poderão ser utilizados?

Para Márcio Lobo que escreveu um artigo para a o Espaço.com, o briefing não exige um modelo-padrão. Veja o que ele relata:

Na internet podemos encontrar alguns modelos de briefing, mas acredito que a eficiência é alcançada quando adaptamos alguns modelos e por fim criamos o nosso próprio. Há estúdios de design que guardam os seus modelos personalizados a sete chaves, e isso, com certeza tem uma razão de ser: modelos genéricos não suprem necessidades específicas. O briefing é mutável a depender do projeto, do cliente, do orçamento e de mais algumas variáveis. Eu atualmente trabalho com dois modelos de briefings, um para o desenvolvimento de sites e outro para o desenvolvimento de logotipos. Ambos trilharam o mesmo caminho, foram sofrendo alterações até chegarem num ponto satisfatório. Depois de concluir a tarefa de fazer um bom briefing é hora de pedir a equipe de criação que o leia e o compreenda. Tenho certeza, a probabilidade de erros e retrabalhos no projeto serão minimizados.

Elaine Xavier que também é executiva de contas, deixa sua opinião em um artigo que escreveu para o site Webinsider. Nele, ela reforça a principal reclamação dos atendentes que alegam falta de atenção por parte dos criativos: “Até hoje não conheci um diretor de arte ou um único redator que se desse ao trabalho de ler o que levei horas para extrair do cliente–pedra!”. Porém, mais do que ‘reclamar’ ela aponta a solução que encontrou para resolver esse problema, veja:

Comigo, na porrada, não deu certo (…) confesso que, ultimamente, o que rende melhor resultado é o briefing criativo. Um briefing até mesmo boca suja. Recheado com várias baixarias, ilustrado com piadas do nosso dia–a–dia (…) Fiz um assim um dia, e para meu espanto foi aprovado pela dupla–dinâmica! Eles racharam o bico. Sinal que leram o briefing até o fim! Nada mais que outro anúncio, no mesmo formato de sempre, para a mesma revista de sempre, com o mesmo conteúdo de sempre…

Colocando bom humor nesta relação conturbada (atendimento x criação) o trabalho flui. Já basta o sufoco da manhã inteira que você passou com seu cliente, extremamente concentrado. Sentar, conversar, discutir a relação de mais um job. Ler o briefing, juntos. E se divertir, por que não? Deixar de tentar ser sério a todo instante. Levar você menos a sério que o trabalho, porque quem perde a capacidade de rir de si próprio é a mais infeliz das criaturas. E relaxar. Porque logo em seguida você terá que enfrentar todo o calvário da aprovação.

Trata-se de uma rixa discussão saudável, mas que se não for dosada acabará atrapalhando no bom desenvolvimento dos jobs – além é claro de tornar o ambiente de trabalho pesado.

Por isso, pensamos que acatar às dicas, dialogar, pesquisar novos métodos e agregar novas ideias para o bom desenvolvimento do trabalho é sempre uma ótima opção.

E você, o que acha?

Momento nostalgia [parte 1]

Posted by Popcorn on julho 24th, 2009

Que tal matar as saudades de propagandas beeem antigas? Aquelas que estão aí guardadas em algum cantinho da sua memória? Vamos lá?

1 – Extrato de tomate Elefante


2 – Você se lembra da minha voz?

3 – Cremo – Cremo – Cremo-ge-ma!


4 – E o Pirocóptero?


5 – Estúpida!


E aí? Gostou de relembrar?

Em breve selecionaremos mais.