Vaga de estágio

Posted by Popcorn on junho 7th, 2010

Tipo de Profissional: Estagiário de Criação (designer/ diretor de arte e redator)
Descrição: Estudante de Design ou Publicidade a partir do 5° período do curso.
Necessário conhecimentos em Ilustrador, Photoshop e InDesign (para designers/diretores de arte)

Bolsa de 1 salário mínimo – 6 horas/dia

Currículos e portfolios para leosevaybricker@popcorn.com.br até 30/6/2010

Help Haiti

Posted by Popcorn on janeiro 25th, 2010

Para incentivar as doações em favor do Haiti, a agência Holandesa N=5 elaborou um vídeo simples, mas sensacional. Veja:

(Via Blog Além da Propaganda)

Há vaga!

Posted by Blenda Elisa on novembro 10th, 2009

Quer trabalhar conosco? Esta é sua chance!

Precisamos de estagiário(a) para setor de Atendimento
É desejável que possua experiência anterior e que esteja estudando na área entre 3º ao 6º período.

Bolsa estágio
Horário: 6 horas/dia

Currículo para popcorn@popcorn.com.br

Update:  A vaga foi preenchida pessoal. Obrigada a todos que mandaram currículos!

Você também quer ser um pipoqueiro?

Posted by Popcorn on agosto 20th, 2009

Para você, estudante de Publicidade ou Design que procura uma oportunidade de estágio, chegou o momento! A agência Popcorn Comunicação e Marketing tem uma vaga de estágio para o setor de criação – e esta vaga pode ser sua.

Quer se candidatar? Envie currículo (e portfólio) para o Leo Sevaybricker, nosso diretor de criação: leosevaybricker@popcorn.com.br

Mais informações: 31-2551-1580 – falar com Laura

Update:  A vaga foi preenchida pessoal. Obrigada a todos que mandaram currículos!

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O que é ser um ‘pipoqueiro’ [parte 1]

Posted by Popcorn on agosto 7th, 2009

Porque comemorar vitórias faz bem...

É comemorar vitórias...

Porque ter amigos, faz bem.

É brindar os bons momentos....

Porque fazer parte dessa família, faz muito, muito bem

E fazer parte de uma família...

[Continua...]

Quem tem razão: A criação ou o atendimento?

Posted by Popcorn on agosto 5th, 2009

Sugestão do tema: Laura Torres

Falar sobre a rivalidade entre criação e atendimento é algo que sempre gera polêmica. De quem é a culpa? Do briefing que foi enviado incompleto pelo pessoal do atendimento ou da falta de atenção atribuida ao mesmo briefing – desta vez pelo pessoal da criação? Onde estará a raiz desse problema? Aliás, isso é na verdade um problema?

Como uma forma de desabafo, os criativos sempre encontram um meio para ‘dar o troco’ e responder às situações que os incomodam . Charges, webcomics, vídeos e até blogs sobre essa rivalidade circulam diariamente na web. Eis um exemplo:

Além desse vídeo, blogs como Piores Briefings do Mundo , webcomics como Deathsign Cafeinado e charges como as da série Vida em Agência, mostram que criatividade e ‘motivos comuns’ é o que não faltam para que o pessoal da criação desabafe.

O pessoal do atendimento – que não se manifesta muito na web, mas têm suas vozes ressonantes e unânimes nas agências – sempre alegam o mesmo problema: Estava tudo no briefing! Eles não leem os emails!

Claro que tudo isso é levado com muito bom humor e, no final, acaba divertindo a todos, mas talvez seja hora de pensar a respeito e questionar: Qual seria a solução? Criar um modelo de briefing acatando dicas do pessoal de criação e utilizar todas as informações disponíveis – detalhando público alvo, mote da campanha, perfil do cliente, etc.etc. – para que nada passe em branco? Talvez, mas, e quando se tratar de um trabalho simples e recorrente? O Ctrl+C e Ctrl+V poderão ser utilizados?

Para Márcio Lobo que escreveu um artigo para a o Espaço.com, o briefing não exige um modelo-padrão. Veja o que ele relata:

Na internet podemos encontrar alguns modelos de briefing, mas acredito que a eficiência é alcançada quando adaptamos alguns modelos e por fim criamos o nosso próprio. Há estúdios de design que guardam os seus modelos personalizados a sete chaves, e isso, com certeza tem uma razão de ser: modelos genéricos não suprem necessidades específicas. O briefing é mutável a depender do projeto, do cliente, do orçamento e de mais algumas variáveis. Eu atualmente trabalho com dois modelos de briefings, um para o desenvolvimento de sites e outro para o desenvolvimento de logotipos. Ambos trilharam o mesmo caminho, foram sofrendo alterações até chegarem num ponto satisfatório. Depois de concluir a tarefa de fazer um bom briefing é hora de pedir a equipe de criação que o leia e o compreenda. Tenho certeza, a probabilidade de erros e retrabalhos no projeto serão minimizados.

Elaine Xavier que também é executiva de contas, deixa sua opinião em um artigo que escreveu para o site Webinsider. Nele, ela reforça a principal reclamação dos atendentes que alegam falta de atenção por parte dos criativos: “Até hoje não conheci um diretor de arte ou um único redator que se desse ao trabalho de ler o que levei horas para extrair do cliente–pedra!”. Porém, mais do que ‘reclamar’ ela aponta a solução que encontrou para resolver esse problema, veja:

Comigo, na porrada, não deu certo (…) confesso que, ultimamente, o que rende melhor resultado é o briefing criativo. Um briefing até mesmo boca suja. Recheado com várias baixarias, ilustrado com piadas do nosso dia–a–dia (…) Fiz um assim um dia, e para meu espanto foi aprovado pela dupla–dinâmica! Eles racharam o bico. Sinal que leram o briefing até o fim! Nada mais que outro anúncio, no mesmo formato de sempre, para a mesma revista de sempre, com o mesmo conteúdo de sempre…

Colocando bom humor nesta relação conturbada (atendimento x criação) o trabalho flui. Já basta o sufoco da manhã inteira que você passou com seu cliente, extremamente concentrado. Sentar, conversar, discutir a relação de mais um job. Ler o briefing, juntos. E se divertir, por que não? Deixar de tentar ser sério a todo instante. Levar você menos a sério que o trabalho, porque quem perde a capacidade de rir de si próprio é a mais infeliz das criaturas. E relaxar. Porque logo em seguida você terá que enfrentar todo o calvário da aprovação.

Trata-se de uma rixa discussão saudável, mas que se não for dosada acabará atrapalhando no bom desenvolvimento dos jobs – além é claro de tornar o ambiente de trabalho pesado.

Por isso, pensamos que acatar às dicas, dialogar, pesquisar novos métodos e agregar novas ideias para o bom desenvolvimento do trabalho é sempre uma ótima opção.

E você, o que acha?

Por que Popcorn?

Posted by Bruno Teixeira on abril 17th, 2009

Muita gente pergunta por que a agência chama-se Popcorn. Eu e Fred sempre ficamos meio entalados, não por falta de motivos, mas assim como quem tem que responder por que tem o nome que tem. Muitos diante disso, se socorrem no óbvio e verdadeiro, “porque meus pais escolheram”. O que não responde, só transfere a pergunta. Mas, nem com este artifício podemos contar, pois, como donos somos ao mesmo tempo criadores e criatura. Então, resolvi tentar construir algumas respostas.

Versão 1 – A mística

Slogans: “Mistérios sempre há de pintar por aí”, ou “andar com fé”, ou ainda “pela internet”

Padrinho – Giberto Gil, Google e registro.br

Escolhemos popcorn porque este domínio estava livre na internet. Assim, mais ou menos como alguns ouvem o tarô, ou outro oráculo de ocasião, nós entendemos que popcorn.com.br estar disponível naquela altura do campeonato (2004) era um sinal, e dos fortes. Pois, se diante de tantas alternativas que tínhamos naquela hora resolvemos consultar a rede, descrentes de maior fé, e Ela, representando uma razão superior, a dos usuários, que fique claro, apontava esta lacuna inexplicável, isto era mais que coincidência.

Banda Larga Cordel

letra e música: Gilberto Gil
2007

Pôs na boca, provou, cuspiu
É amargo, não sabe o que perdeu
Tem um gosto de fel, raiz amarga
Quem não vem no cordel da banda larga
Vai viver sem saber que mundo é o seu

Mundo todo na ampla discussão
O neuro-cientista, o economista
Opinião de alguém que esta na pista
Opinião de alguém fora da lista
Opinião de alguém que diz que não

Uma banda da banda é umbanda
Outra banda da banda é cristã
Outra banda da banda é kabala
Outra banda da banda é alcorão
E então, e então, são quantas bandas?
Tantas quantas pedir meu coração

E o meu coração pediu assim, só
Bim-bom, bim-bom, bim-bom, bim-bom

Ou se alarga essa banda e a banda anda
Mais ligeiro pras bandas do sertão
Ou então não, não adianta nada
Banda vai, banda fica abandonada
Deixada para outra encarnação

Rio Grande do Sul, Germania
Africano-ameríndio Maranhão
Banda larga mais demografizada
Ou então não, não adianta nada
Os problemas não terão solução

Piraí, Piraí, Piraí
Piraí bandalargou-se um pouquinho
Piraí infoviabilizou
Os ares do município inteirinho
Com certeza a medida provocou
Um certo vento de redemoinho

Diabo de menino agora quer
Um i pod e um computador novinho
Certo é que o sertão quer virar mar
Certo é que o sertão quer navegar
No micro do menino internetinho

O Netinho, baiano e bom cantor
Ja faz tempo tornou-se um provedor – provedor de acesso
À grande rede www
Esse menino ainda vira um sábio
Contratado do Google, sim sinho

Diabo de menino internetinho
Sozinho vai descobrindo o caminho
O rádio fez assim com seu avô

Rodovia, hidrovia, ferrovia
E agora chegando a infovia
Pra alegria de todo o interior

Meu Brasil, meu Brasil bem brasileiro
O You Tube chegando aos seus grotões
Veredas do sertão, Guimarães Rosa,
Ilíadas, Lusíadas, Camões,
Rei Salomão no Alto Solimões,
O pé da planta, a baba da babosa.

Pôs na boca, provou, cuspiu
É amargo, não sabe o que perdeu
É amarga a missão, raiz amarga
Quem vai soltar balão na banda larga
É alguém que ainda não nasceu

© Gege Edições Musicais ltda (Brasil e América do Sul) / Preta Music (Resto do mundo)
(continua…)